viernes, octubre 30, 2009

El acuerdo de Honduras, en opinión de Reinaldo Acevedo

SE VOLTAR, ZELAYA TERÁ MENOS PODERES NA PRESIDÊNCIA DO QUE TEM NA EMBAIXADA DO BRASIL
sexta-feira, 30 de outubro de 2009 | 14:39

Foi golpe o que aconteceu em Honduras? Se foi, então é a primeira vez na história que o mundo se mobiliza em favor da institucionalização de um… golpe!

É claro que aquela parte do Itamaraty sob o comando de Celso Amorim, o Megalonanico, dirá que o Brasil foi fundamental na reinstalação de Manuel Zelaya no poder. Ora, que poder? Não terá, se voltar, nem o governo nem as Forças Armadas.

Hugo Chávez, o grupo zelaysta, a OEA (do socialista Miguel Insulza) e o sandinista Miguel D’Escoto, presidente pro tempore da Assembléia Geral da Nações Unidas, flertavam com o adiamento das eleições. Deram asas à tese de que o mandato de Zelaya deveria ser esticado para compensar os quatro meses que ficou fora do poder. Não levaram isso também.

Procurem nos arquivos qual era a posição da OEA e do Brasil desde o começo: RESTITUIÇÃO DE ZELAYA NA PRESIDÊNCIA, COM OS PODERES PLENOS GARANTIDOS A UM PRESIDENTE DA REPÚBLICA. Agora é pra valer: não vai acontecer.

ATENÇÃO: ZELAYA TEM MAIS PODERES HOJE, ABRIGADO NA EMBAIXADA BRASILEIRA, DO QUE TERÁ QUANDO VOLTAR À CASA PRESIDENCIAL, de onde não poderá continuar estimulando o levante civil, como faz hoje.

Insulza, um vigarista
“Não estivemos errados ao insistir na solução do diálogo. Demorou mais do que esperávamos, mas no final tivemos resultados construtivos”. A fala é se Insulza. “Diálogo” uma ova!!!

Este senhor chegou a antecipar uma guerra civil no país e, na prática, justificou a conclamação de Zelaya a que seus partidários resolvessem a coisa no braço. No dia 20 de julho, a sua fala era esta: “No geral, o espírito é evitar a violência e o confronto entre os hondurenhos. Não acho que o caminho do confronto seja bom, mas acho que não vamos evitá-lo se não houver, da parte do governo de fato, alguma, flexibilidade”.

Ainda que as coisas se passassem como ele diz, cabe a um presidente da OEA flertar com o derramamento de sangue, assim, com essa ligeireza?

Isulza tenta agora pegar carona na solução encaminhada pelos representantes do governo dos EUA, que fizeram Zelaya perceber que a Casa Branca acabaria endossando o processo eleitoral, e ele ficaria sem a Presidência DE FATO e sem a Presidência simbólica.

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